A chantagem continua: Motoristas, cobradores e empresas não chegam a acordo e greve é mantida

Por Felipe Ribeiro e Juliano Cunha / Banda B

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Foto: Juliano Cunha – Banda B

Mesmo aceitando a proposta de 10,5% do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), motoristas e cobradores de ônibus não chegaram a acordo e a greve deve continuar em Curitiba. Com a situação se mantendo indefinida, a frota de ônibus na capital paranaense se mantém em 50% nos horários de pico e 30% nos demais horários. Os empresários recusaram a proposta do TRT  e ofereceram 7,26%

Uma nova audiência for marcada para quinta-feira (6), após o feriado do Carnaval. Se um acordo ocorrer antes, o plantão do TRT pode deliberar o fim a greve.

Durante a tarde, o advogado do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e região metropolitana (Sindimoc), Flávio Lins, demonstrou pessimismo com a negociação. “A contraproposta foi frustrante, além de virem com um número muito baixo, ainda querem restringidas garantias já garantidas pela classe, como o anuênio. Vamos manter a proposta da desembargadora, que nos parece coerente, mas estou achando difícil chegarmos a um acordo hoje”, disse.

A última sugestão do TRT foi de 7,5% de reajuste. Segundo o órgão, o salário de motorista iria para R$ 1785 e o de cobrador para R$ 1010. Já o Ministério Público sugeriu 8,5% de reajuste para motoristas e 10,5% para cobradores.

Mais informações em breve.

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