“Em busca da internet perdida” – A dependência forçada da empresa OI

... nem tão simples assim

Oi… nem tão simples assim

Rodini Netto (*)

A privatização do setor de telefonia trouxe a concorrência, e o direito de possuirmos, em casa, nosso telefone fixo, internet banda larga, entre outros… os benefícios foram grandes, apesar de os preços serem dos mais caros do mundo. O problema, também gerado pela privatização, é que a maioria das empresas necessita de muito investimento para alcançar todos os locais que necessitam de seus serviços e que, em muitos casos, pode não contemplar o desejo de ganho financeiro futuro em relação aos altos investimentos.

No caso da OI, que no Paraná “herdou” a estrutura existente da privatizada Telepar, sua rede estende-se por quase todas as partes do Estado.

Em nosso caso específico, se não houvesse estrutura da OI na região, sequer estaríamos reclamando, afinal, se você disponibiliza um serviço para a região, tem que criar condições para que o cliente, que dele necessita, venha a possuí-lo também.

Minha conta telefônica é empresarial. Mudamos de endereço (devido às necessidades que se sobrepõem à vontade), por duas vezes em um período de dois anos. Na primeira mudança, apesar dos prazos legais, a mudança da linha telefônica levou quase sete dias… já, a da internet, quase 15 dias.

Na segunda mudança, a de agora, até que a linha telefônica não demorou a ser instalada. Afinal, foi um dia, fora do prazo, e a instalação de uma linha provisória (com número diferente do que possuíamos). Após reclamar da linha provisória, em mais 24 horas o nosso número anterior retornou a funcionar.

Nestas idas e vindas de ligações à empresa OI, informações desencontradas davam conta de: 1) não há porta para a instalação de internet no novo endereço; 2) a instalação da internet está agendada para hoje; 3) estamos providenciando a sua instalação de internet; e 4) tivemos que recomeçar todo o processo, cancelar o antigo, e infelizmente, detectamos que não há porta para a instalação de internet em seu novo endereço, sendo que o que podemos fazer é realizar o registro de interesse para que, quando houver disponibilidade, a empresa possa instalar sua internet.

Bom… assim estamos agora tentando superar os prejuízos… tivemos que adquirir uma nova internet provisória, via empresa de celular, que não estava nos planos, para NÃO PERDERMOS O ACESSO À INTERNET, da qual nossa empresa depende, exclusivamente, para o trabalho, afinal, temos que atualizar, diariamente, nosso jornal online, nosso blog sobre política, sites de clientes, busca de informações, entre outros…

Assim, e por “falta de interesse ou outros impedimentos” de outras empresas, vamos ficando na dependência da Oi.

Vamos continuar a nossa saga “em busca da internet perdida”…

(*) Rodini Netto, 43, jornalista. Editor do blog Meandros da Política e proprietário da RN Comunicação & Marketing.

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Sobre Rodini Netto

Jornalista de profissão, editor dos Blogs Meandros da Política (Brasil), Versão Brasileira (Europa). Diretor do Jornal Diário de Piraquara Consultor de Comunicação Digital
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