PCC avança nas penitenciárias do PR

DA GAZETA DO POVO

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Reprodução / Em reunião diária, o grito de guerra: “Um por todos, todos por um. Unidos, venceremos!”
Em reunião diária, o grito de guerra: “Um por todos, todos por um. Unidos, venceremos!”

Facção criminosa que surgiu em São Paulo ganha força em presídios do estado. Rituais, gritos de guerra e inscrições identificam membros do grupo

A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) – surgida na década de 1990 nos presídios paulistas – avança de forma ostensiva nos complexos penais e carceragens de delegacias do Paraná. Em uma forma de desafiar as autoridades, os presos usam o nome da facção para demarcar território dentro dos presídios: bradam gritos de guerra e assinalam as alas dominadas pelo grupo. A Gazeta do Povo teve acesso a vídeos e fotos feitos por agentes penitenciários que atestam a progressão do “partido do crime” no Paraná. Ontem, enquanto o sindicato se manifestou, cobrando mais segurança no sistema prisional, outra unidade sofreu rebelião e um agente foi feito refém – não houve feridos.

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Sobre Rodini Netto

Jornalista de profissão, editor dos Blogs Meandros da Política (Brasil), Versão Brasileira (Europa). Diretor do Jornal Diário de Piraquara Consultor de Comunicação Digital
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