Rasca quer o fim dos “bundódromos” em Curitiba… “é falta de respeito”, diz deputado… leia e entenda

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"Bundódromo" são os apoios para as nádegas nos pontos de ônibus (Foto: Luiz Henrique de Oliveira - Banda B)

“Bundódromo” são os apoios para as nádegas nos pontos de ônibus (Foto: Luiz Henrique de Oliveira – Banda B)

O deputado estadual Rasca Rodrigues (PV) lançou nesta segunda-feira (9) uma campanha para acabar com os “bundódromos” nos pontos de ônibus de Curitiba. “Bundódromo”, segundo definição do próprio deputado na Assembleia Legislativa do Paraná, são aqueles ferros utilizados para que o usuário de transporte coletivo encoste as nádegas enquanto está no ponto esperando o ônibus.

De acordo o deputado, a empresa multinacional Clear Channel oferece o serviço para a prefeitura da capital desde 2002, mas Curitiba é a única cidade que não tem bancos nos pontos. “Em todas as outras cidades nas quais a empresa atua existem bancos para sentar. Isso é um desrespeito com para crianças e com os mais velhos, pois não cumpre com os estatutos da infância e do idoso”, afirmou.

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Os “bundódromos” ficaram populares através das estações-tubo. (Foto: Divulgação)

Segundo Rasca, ele não apresentou o projeto, por esta ser uma questão de ordem municipal, já que apenas Curitiba tem “bundódromos”. Ele lembrou ainda que a vereadora Professora Josete (PT) chegou a apresentar um projeto pedindo a instalação de bancos, mas a iniciativa foi considerada inconstitucional.

Os pontos com esse formato de apoio foram criados na gestão do então prefeito Cássio Taniguchi. “Na época do contrato, eu perguntei para ele o porquê apenas deste ferro. Ele me disse na época que se a prefeitura colocasse os bancos iria passar a falsa impressão de um transporte lento na cidade. Ele queria passar a imagem da rapidez de um ligeirinho, o que é um absurdo, já que sabemos que o transporte de Curitiba é lento sim”, concluiu.

Ao todo, 50 mil folhetos devem ser distribuídos a partir de hoje. Intitulado “Chega de ‘bundódromo’ nos pontos de ônibus. Curitiba é a única cidade no mundo que os pontos não têm bancos para sentar, só ferro para encostar”. Ainda no folheto, o deputado cita como exemplos Nova Iorque e São Francisco, ambas nos Estados Unidos, Londres, na Inglaterra, e São José dos Pinhais, na região metropolitana da capital. Todas essas cidades possuem bancos para sentar.

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Sobre Rodini Netto

Jornalista de profissão, editor dos Blogs Meandros da Política (Brasil), Versão Brasileira (Europa). Diretor do Jornal Diário de Piraquara Consultor de Comunicação Digital
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